-- -- Medicamentos psiquiátricos “resolvem problemas” ou apenas “disfarçam a realidade” ?
 

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Medicamentos psiquiátricos “resolvem” ou apenas “disfarçam a realidade” ?

Uma das perguntas que mais incomodam leigos é a seguinte: – Medicamentos psiquiátricos “resolvem problemas” ou apenas “disfarçam a realidade” ?Os medicamentos psiquiátricos atuam melhorando a performance psíquica da pessoa.

 

Os ansiolíticos (tranqüilizantes) servem para reduzir a ansiedade patológica, a qual atrapalha o desempenho da pessoa, fazendo-a sofrer. Evidentemente, seria desejável que a pessoa vivesse sem eles e sem qualquer outro tipo de remédio.

Os antidepressivos melhoram a afetividade da pessoa, que é um atributo indispensável para a adequada valorização da realidade e, principalmente, para a valorização de si mesma (auto-estima).
Na realidade, se pudermos fazer uma analogia, os medicamentos funcionam como um corrimão de escada, onde você segura para ter equilíbrio suficiente para subir uma escada muito alta... Depois que adquirir o ritmo de subida, poderá deixar o corrimão e ir sozinho. O corrimão apenas dá sustentação mas quem sobe a escada é a pessoa. Mas tenha cuidado porque os remédios não curam ansiedades,depressões etc... Você precisa passar por um psicólogo ou psicanalista, para puder entender como andam seus conflitos.

Remédios psiquiátricos viciam?

Não podemos dizer que o diabético é dependente de insulina, mas sim, que necessita desta substância.
A dependência está, normalmente, mais relacionada à pessoa que ao medicamento, trata-se mais de uma vulnerabilidade pessoal que uma imposição bioquímica. Mas, mesmo assim, ainda existem medicamentos capazes de proporcionar crises de abstinência quando da interrupção abrupta de seu uso.

Por isso a retirada da medicação deve ser preferentemente gradual.
depressivas ou ansiosas em uso de medicamentos psiquiátricos podem reclamar que, ao interromperem o tratamento, os sintomas voltaram. Isso não é dependência nem abstinência. Acontece, muitas vezes, que as situações existenciais que levaram a pessoa ao estado em que necessitou do tratamento persistem. Por isso você precisa passar por psicológos ou psicanalistas para entender seus conflitos. Você poderá viver a vida inteira sendo medicada se não procurar resolver a sua insatisfação emocional.

Assim sendo, deixando o medicamento, se deparará novamente com as mesmas angústias e conflitos anteriores e, portanto, os sintomas voltam.

Remédios psiquiátricos dopam?

Quando o medicamento é prescrito ele tem um objetivo terapêutico, e o ideal é que tenha o mínimo de efeitos colaterais possível. A intenção normalmente não é dopar, se não estamos tratando de crises de agitação psicomotora, crises de confusão mental ou algo assim.

Acontece que alguns ansiolíticos e pouquíssimos antidepressivos têm a sonolência como efeito colateral. Nesses casos podemos recomendar para que o paciente use-os à noite, portanto, aproveite o efeito colateral e durma.
Dopar é uma palavra culturalmente pejorativa, que pode estimular uma postura teatralmente histérica por parte de pessoas que aferem algum lucro emocional ao mostrar para “todos interessados”, que estão fazendo um tratamento sério.

Os medicamentos que mais facilmente podem causar dependência são os benzodiazepínicos utilizados exclusivamente para o propósito de dormir.

E se alguns dos medicamentos que devo usar podem causar “dependência”?

Em medicina temos que considerar sempre o binômio custo-benefício. Se a pessoa está deprimida a ponto de cometer suicídio, consideramos que a morte seja pior que a dependência.

Se a pessoa está com a performance vivencial tão comprometida a ponto de sacrificar sua vida social, familiar e ocupacional, prefere-se o medicamento mesmo diante da POSSIBILIDADE de dependência para, num segundo momento, resolver a EVENTUAL dependência. Portanto, cada caso é um caso...

 

 

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Dra.Rita Souza Bruni CRP  06/92547é Psicologa Psicóloga, especialista em Psicologia Analítica.Possui experiência nas áreas de atendimentos clínicos, testes e avaliações Psicológicas, elaboração de palestras e treinamentos.Realiza atendimento clínico de adolescentes e adultos, orientação profissional e acompanhamento emocional a noivas e casais. mental.
Holly Counts, PsyD
Dra.Holly Counts, Psy.D. é um psicóloga clínico licenciado em Ohio. Ela utiliza uma abordagem mente, corpo e espírito para a cura.
Daniel J. Tomasulo
Dr.Daniel J. Tomasulo, Ph.D., TEP, MFA é um psicólogo, treinador psicodrama e escritor sobre corpo docente da Universidade de Nova Jersey City

Dr. Fernando Weikamp -Neuropsicanalista - Psicanalista Clinico - CBP/SP nº 00439 Faculdades Médicas de Psicoterapia Unidas FAMEHP -São Paulo,- Diplomado em psicologia pela Universidade do Arizona em Master of Psychology and Medicine -Membro ABENEPI -Associação Brasileira de Neurologia,Psiquiatria Infantil -Membro da Sociedade Brasileira de Psicologia -Membro da Associação Brasileira de Medicina Complementar -Membro da Associação Brasileira de Psicoterapia e Medicina Comportamental , Sexólogo, Professor, Neuro Ciência .

 

 

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