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TOC - Medicamentos e Respostas do Tratamento

Em geral é gradual, podendo ser progressivo ao longo de vários meses e não rapidamente
como ocorre em outras doenças como a depressão ou o pânico. A melhora tende ainda a ser
incompleta, isto é, não há em geral uma eliminação total dos sintomas, embora 40 a 60% dos
pacientes obtenham uma redução significativa na sua quantidade e intensidade.

 

 

QUAIS SÃO OS MEDICAMENTOS USADOS NO TRATAMETNO DO TOC?

São medicamentos chamados de antidepressivos e que se descobriu que possuíam também
uma ação antiobsessiva. São os seguintes: Clomipramina (Anafranil), Paroxetina (Aropax, Pondera,
Cebrilin), Fluvoxamina (Luvox), Fluoxetina (Prozac, Psiquial, Verotina, Daforin, etc.), Sertralina (Zoloft,
Tolrest), Citalopram (Cipramil, Procimax). Foram recentemente lançados os genéricos da maioria
desses medicamentos.
As doses, em geral, são mais elevadas do que as utilizadas na depressão. Não se assuste se
o médico lhe recomendar doses aparentemente muito altas.

A RESPOSTA AOS MEDICAMENTOS É IMEDIATA?

Em geral não é. Pode demorar até 12 semanas para iniciar, razão pela qual o medicamento
não deve ser interrompido se o paciente não sentir benefício após as primeiras semanas de uso. O
médico, em geral, procura usar inicialmente uma dose média e, caso não haja nenhuma resposta em
4 a 8 semanas ou uma resposta parcial em 5 a 9 semanas, poderá elevar as doses para os seus
níveis máximos, pois alguns pacientes só melhoram com níveis bastante elevados do medicamento.
É importante salientar que 20% dos que não respondem a uma droga poderão responder a uma
segunda. Por este motivo é possível que o médico queira experimentar uma segunda droga depois
de algum tempo. Também é comum a associação com outras drogas quando a resposta não é
satisfatória.

O DESAPARECIMENTO DOS SINTOMAS PODE DEMORAR MUITO?

Em geral é gradual, podendo ser progressivo ao longo de vários meses e não rapidamente
como ocorre em outras doenças como a depressão ou o pânico. A melhora tende ainda a ser
incompleta, isto é, não há em geral uma eliminação total dos sintomas, embora 40 a 60% dos
pacientes obtenham uma redução significativa na sua quantidade e intensidade.


TCC é considerada um dos tratamentos de primeira linha para o TOC, juntamente com os
medicamentos. A TCC baseia-se no fato de que se o paciente desafia seus medos, por exemplo,
expondo-se às situações que evita ou tocando nos objetos que considera contaminados (exposição)
e, ao mesmo tempo, deixa de realizar os rituais de descontaminação ou verificações (prevenção da
resposta ou prevenção de rituais), em pouco tempo a ansiedade e o desconforto desaparecem
espontaneamente (habituação), um fenômeno bastante conhecido: sensações desagradáveis, como
ruídos intensos, cheiros, reações de medo desaparecem com o passar do tempo se ficarmos
expostos a elas. No TOC a aflição costuma desaparecer entre 15 minutos e 3 horas. A cada exercício
a intensidade e a duração do desconforto são menores. Repetindo tais exercícios, os medos, o
desconforto e conseqüentemente a necessidade de realizar rituais, acabam desaparecendo por
completo conforme o quadro abaixo:

EXPOSIÇÃO DESAPARECIMENTO   + HABITUAÇÃO DOS   PREVENÇÃO DE RITUAIS SINTOMAS


No momento a chamada terapia comportamental de exposição e prevenção de rituais é
considerada um dos tratamentos de primeira linha para o TOC, ao lado dos medicamentos. Estudos
mais recentes têm demonstrado inclusive que essa modalidade de tratamento tem um efeito maior
que os medicamentos, na eliminação das compulsões, na intensidade com que reduz os sintomas e
na prevenção de recaídas.
Além da exposição e da prevenção de rituais, a TCC utiliza técnicas para correção das
crenças e pensamentos distorcidos comuns em portadores do TOC, com o objetivo de realizar a
assim chamada reestruturação cognitiva: treino dos pacientes na identificação de pensamentos e
crenças distorcidas e disfuncionais; questionamento de tais crenças, discussão de evidências a favor
ou contra tais crenças, testes quanto á sua veracidade, exposição aos pensamentos, ouvindo fitas
gravadas ou escrevendo, etc, são algumas das técnicas utilizadas para corrigi-las. A terapia pode ser
individual e, mais recentemente, vem sendo desenvolvida uma forma de tratamento em grupo. Além
de comparecer às sessões nas quais recebe uma série de informações e realiza exercícios, o
paciente realiza também exercícios no seu próprio domicílio ou local de trabalho. A maioria dos
pacientes que faz os exercícios e completa o tratamento, apresenta melhoras substanciais podendo
inclusive eliminar por completo os sintomas.


ENVIAR

Usualmente, no início do tratamento, junto com o médico ou seu terapeuta, o paciente
elabora uma lista de todas as suas obsessões, evitações e rituais e os classifica de acordo com o
grau de aflição que imagina venha a sentir caso deixe de executar as manobras que usualmente
utiliza para não sentir tal aflição ou para neutralizá-la (rituais, evitação). A partir desta lista,
semanalmente, são escolhidas as tarefas de casa, de exposição e prevenção de rituais a serem
realizadas nos intervalos das sessões. Começa-se pelas mais fáceis e que produzem menos
ansiedade e se deixa para mais adiante as mais difíceis. O paciente deverá dedicar um mínimo de
tempo (1 a 2 horas) por dia para realizar suas tarefas, com um mínimo de 20 horas no total. O
terapeuta poderá, ainda, solicitar que registre em um diário as tarefas realizadas, o grau de
desconforto sentido e de dificuldade encontrada, para discussão nas sessões. As tarefas mais
comuns de exposição e prevenção de rituais são as de tocar em objetos considerados contaminados
evitando realizar lavagens após, ou de evitar realizar verificações, contagens, repetições,
alinhamentos, etc.

 


 

 

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Dra.Rita Souza Bruni CRP  06/92547é Psicologa Psicóloga, especialista em Psicologia Analítica.Possui experiência nas áreas de atendimentos clínicos, testes e avaliações Psicológicas, elaboração de palestras e treinamentos.Realiza atendimento clínico de adolescentes e adultos, orientação profissional e acompanhamento emocional a noivas e casais. mental.
Dra. Nájila Tamires da Silva é Psicóloga em atendimento clínico. Utiliza uma abordagem voltada a psicologia comportamental. Com experiência em atendimento clínico individual e em grupos de crianças, adolescentes e adultos. Realiza acompanhamento terapêutico e orientação profissional.
Holly Counts, PsyD
Dra.Holly Counts, Psy.D. é um psicóloga clínico licenciado em Ohio. Ela utiliza uma abordagem mente, corpo e espírito para a cura.
Daniel J. Tomasulo
Dr.Daniel J. Tomasulo, Ph.D., TEP, MFA é um psicólogo, treinador psicodrama e escritor sobre corpo docente da Universidade de Nova Jersey City

Dr. Fernando Weikamp -Neuropsicanalista - Psicanalista Clinico - CBP/SP nº 00439 Faculdades Médicas de Psicoterapia Unidas FAMEHP -São Paulo,- Diplomado em psicologia pela Universidade do Arizona em Master of Psychology and Medicine -Membro ABENEPI -Associação Brasileira de Neurologia,Psiquiatria Infantil -Membro da Sociedade Brasileira de Psicologia -Membro da Associação Brasileira de Medicina Complementar -Membro da Associação Brasileira de Psicoterapia e Medicina Comportamental , Sexólogo, Professor, Neuro Ciência .

 

 

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