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Disturbios que podem afetar homens e mulheres 

Vários pequenos artigos de  pesquisas de algumas universidades mostram como e onde podem estar alguns disturbios sexuais

  

 

 


 Homem e o Sexo

Uma pesquisa realizada na Universidade de Santiago do Chile procurou avaliar se existe alguma correlação entre a estatura do indivíduo, o tamanho dos seus pés, de suas mãos e de seu nariz com o tamanho do pênis.;

Foram estudados 200 homens que estavam buscando tratamento para disfunção erétil e que tiveram o tamanho de seu pênis medido após a injeção de prostaglandina E1, uma substância capaz de promover a ereção peniana.

O estudo mostrou não haver qualquer correlação estatisticamente significante entre as medidas (estatura, pés, mãos, nariz) e o tamanho do pênis. Com isso, desfaz-se a crença popular de que o tamanho do órgão genital masculino pode ser avaliado pela altura do homem ou o tamanho de suas extremidades.;


Segurança no relacionamento pode reduzir desejo sexual das mulheres

Pesquisa realizada pela Universidade de Hamburg-Eppendorf (Alemanha) revela que a maioria das mulheres tem diminuição do desejo sexual quando mantém uma relação estável.Estudo publicado na revista Human Nature revela que 60% das mulheres de 30 anos entrevistadas queriam sexo freqüentemente no início do relacionamento. No entanto, depois de quatro anos de união, esse índice caiu para menos de 50% e, depois de 20 anos, para apenas 20%.

Entre os homens, no entanto, os pesquisadores descobriram que a libido permanece inalterada para 60 a 80% deles, não importa quanto tempo estejam no relacionamento. Foram entrevistados 530 homens e mulheres para a pesquisa.

 


Carinho

 O estudo releva ainda que o carinho é importante para as mulheres. Aproximadamente 90% das entrevistadas disseram que queriam carinho, não importa quanto tempo estivessem com seus parceiros.

Entre os homens envolvidos em uma relação estável de dez anos, apenas 25% disseram que ainda esperavam carinho de suas parceiras.

"Uma boa razão para que a motivação sexual dos homens permaneça inalterada seria o temor de serem traídos por suas parceiras com outro homem", diz o psicólogo Dietrich Klusmann, principal autor da pesquisa, que relaciona as diferenças entre os sexos à evolução humana.

As mulheres, segundo o pesquisador, evoluíram para ter uma alta dose de desejo sexual no início de um relacionamento, de modo a formar um vínculo com o parceiro. Uma vez consolidado esse vínculo, seu apetite sexual decai.

O psicólogo cita estudos do comportamento animal para explicar essas diferenças: as fêmeas podem estar desviando seu interesse sexual para outros homens, com o objetivo de assegurar a melhor combinação de material genético para sua prole; ao limitar o sexo, estariam aumentando o interesse de seu parceiro.

O psicólogo evolucionista George Fieldman, professor da Universidade de Buckinghamshire Chilterns, comenta: "essas descobertas parecem se encaixar com os estudos e suas explicações parecem plausíveis. O motivo do declínio do desejo sexual das mulheres pode ser explicado por oferta e demanda. Se algo tem oferta infinita, seu valor tende a cair".



Estudo mostra como a ereção do pênis se sustenta

Estudo realizado nos Estados Unidos e publicado em março deste ano descreveu como a ereção do pênis é mantida, após a excitação sexual inicial.

A resposta sexual humana é dividida em quatro fases distintas: o desejo, a excitação, o orgasmo e a resolução. O desejo é a fase que corresponde à vontade e aos pensamentos sexuais, que motivam os homens e as mulheres a terem relações sexuais. A excitação é a sensação subjetiva de prazer e a preparação do corpo para o ato sexual. Nos homens há a ereção do pênis e nas mulheres, a lubrificação da vagina. O orgasmo é o clímax da atividade sexual. Toda a "tensão sexual" acumulada é liberada nesta fase, acompanhada de sensação de intenso prazer. A resolução é a última fase, quando há sensação de bem-estar e relaxamento.

Quando o homem tem um pensamento erótico e/ou recebe uma estimulação no pênis, há liberação de várias substâncias químicas (neurotransmissores) que, a partir do cérebro, atingem os nervos do pênis e promovem a ereção. O óxido nítrico é uma das principais substâncias produzidas por estes nervos e pelos próprios vasos sanguíneos do pênis. Ele é produzido a partir de uma enzima conhecida por óxido nítrico sintetase. O Viagra®, medicamento utilizado para o tratamento da disfunção erétil, favorece a ereção graças a amplificação da atividade do óxido nítrico.

O que mantém o pênis ereto é a produção constante de óxido nítrico pelos vasos sanguíneos do pênis, após o "pontapé inicial", dado pelos nervos do pênis. Os cientistas descobriram que o atrito e a vibração, causados pela passagem do sangue nos vasos sanguíneos, é que são os responsáveis pela produção contínua de óxido nítrico e pela manutenção da ereção do pênis.

Com o aumento da produção de óxido nítrico, há aumento do fluxo sangüíneo no pênis. Isto gera maior atrito e vibração e, por conseguinte, maior produção de óxido nítrico. Desta forma, o sistema se torna auto-sustentável.

Com esta nova descoberta há a esperança de outros novos caminhos para o tratamento dos homens com dificuldades de ereção.



Menopausa e sexualidade feminina

A menopausa, período que ocorre ao redor dos 48 anos de idade, é definida como o momento da parada das menstruações, decorrente da diminuição do funcionamento dos ovários. O climatério, por sua vez, é o período de transição entre a fase reprodutiva e a não reprodutiva da mulher, estendendo-se dos 40 aos 65 anos de idade, em média.

Portanto, a menopausa é um marco importante do climatério, dividindo-o em fase pré-menopáusica (antes da menopausa) e pós-menopáusica (após a menopausa). Na fase pré-menopáusica, iniciam-se as alterações da ovulação, surgindo as falhas menstruais e os sintomas associados à menopausa. Na pós-menopáusica há queda intensa e progressiva da produção hormônio sexual feminino (estrógeno).

Tais alterações hormonais têm repercussões sobre o corpo da mulher, interferindo na sua atividade sexual, por influência sobre os órgãos genitais e sobre o estado de humor (1).

Por isso, são freqüentes as queixas de diminuição de apetite sexual na menopausa, o que pode ser agravado pelas mudanças sociais e psicológicas que atingem as mulheres nesta fase da vida.

As alterações do corpo da mulher podem ser responsáveis por dificuldades na excitação sexual e no orgasmo . A redução doa níveis de hormônio sexual feminino leva à diminuição do funcionamento da musculatura da região genital e às alterações da pele, tornando-a mais seca e quebradiça e acentuando a formação de rugas. Esses efeitos também ocorrem nos órgãos genitais e urinários, favorecendo seu mal funcionamento e o surgimento de dor à relação sexual, com piora da qualidade de vida, em 20 a 30% das mulheres na menopausa .

Também ocorre a diminuição da produção de hormônio sexual masculino (testosterona), com conseqüente diminuição do apetite sexual e cansaço . A adição de tal hormônio à terapia de reposição hormonal é defendida como forma de melhorar a qualidade de vida destas mulheres, na medida em que aumenta o apetite sexual e o bem estar . A atividade sexual poderia se tornar mais prazerosa, nessa fase, já que não existe mais preocupação com gravidez e com métodos anticoncepcionais; e o orgasmo poderia ser atingido com maior facilidade .

Quanto às alterações psíquicas, falta de memória, mudanças do estado de humor (depressão e instabilidade psíquica), fadiga  - conseqüentes tanto às alterações hormonais quanto a fatores não biológicos  - são freqüentes no período de circunda a menopausa. A depressão acomete grande parcela das mulheres que procuram clínicas de climatério. Porém menopausa natural não é associada à maior freqüência de depressão, o que só ocorre com a menopausa decorrente de cirurgia em que se retiram os ovários .

É também no climatério que mais freqüentemente ocorrem mudanças como: hipertensão arterial, doenças cardíacas e diabetes, que comprometem o bem estar geral, podendo ocasionar disfunções sexuais .

Sabe-se hoje que a sexualidade feminina está estreitamente ligada ao estado de humor, sendo dependente do equilíbrio deste. A depressão acomete mais mulheres do que homens e sua incidência é maior na fase que antecede a menstruação e no período que circunda a menopausa, o que coincide com a diminuição dos níveis de hormônios femininos no corpo da mulher .

Em contrapartida, a reposição de hormônio sexual feminino melhora o estado de humor e reduz a incidência e a gravidade da depressão na menopausa, inclusive por efeito indireto, pois previne e até mesmo reverte as alterações da pele, melhorando a aparência física, lubrificando e tonificando a vagina e melhorando o desejo sexual . Desta forma, os sintomas somáticos (como as ondas de calor) e psíquicos (depressão) podem ser considerados como uma patologia única, ambos melhorando com a terapia de reposição hormonal , não configurando quadros psicossomáticos .

Apesar de existirem poucos estudos , a maioria deles indica que a terapia de reposição hormonal melhora depressões leves, que voltam com a suspensão do tratamento . Depressões graves não respondem à reposição hormonal.



  Falta de prazer " em mulheres

A queixa sexual mais freqüente entre as mulheres é a "falta de prazer". Essa afirmação pode estar expressando vários problemas diferentes, tais como: falta de desejo sexual, falta de excitação, dor à penetração, dificuldade em obter o orgasmo, etc.

Nesse texto, abordamos sobre a dificuldade das mulheres em obter orgasmo. A chamada disfunção orgásmica se caracteriza pelo atraso ou ausência constante do orgasmo, mesmo havendo desejo e excitação durante o ato sexual. Essa disfunção pode ser superada através de alguns cuidados pessoais e conjugais, os quais orientamos a seguir.


•   Conhecer o próprio corpo - muitas mulheres iniciam a atividade sexual (e assim permanecem) sem saber em quais pontos do seu corpo preferem ser tocadas e de que maneira estes "carinhos" podem se tornar mais agradáveis. Com a prática da masturbação, as mulheres podem descobrir suas preferências e, então ensiná-las ao parceiro, evitando a falta de objetividade necessária (dela e do parceiro) para atingirem o orgasmo.


•   Evitar sentimentos de ansiedade e raiva em relação ao parceiro - problemas e mal entendidos devem ser dialogados pelo casal. Através de conversas (francas e abertas) evita-se a cronificação do desentendimento.


•   Diferenciar preconceitos (idéias erradas) de informações comprovadas por especialistas - mitos e preconceitos que envolvem a sexualidade feminina podem dificultar o prazer sexual. Por exemplo, muitas mulheres sentem intensa satisfação ao serem tocadas na região do clitóris, mas - não considerando o orgasmo clitoridiano (no clitóris) como "o ideal" - buscam o vaginal (dentro da vagina). Além desse último ser mais difícil de se obter, a tentativa do orgasmo na vagina inviabiliza, para essas mulheres, a satisfação com o orgasmo possível (clitoridiano).


•   Evitar ou procurar ajuda para modificar certas situações existenciais - fadiga, conflitos conjugais, falta de atração pelo parceiro, depressão, entre outros podem causar a disfunção orgásmica.

Previne-se a disfunção orgásmica feminina, fundamentalmente, através de atenção, afeto e intimidade com o seu próprio corpo e com o seu parceiro. Cada mulher tem a sua maneira de chegar ao seu prazer. Conhecer e comunicar são o que fazem a diferença.

 

 

Calendário de Eventos

Outubro

01/10 - Dia Nacional de Doação do Leite Humano
01/10 - Dia Nacional do Idoso
03/10 - Dia Mundial do Dentista
04/10 - Dia Nacional do Agente Comunitário de Saúde
10/10 - Dia Mundial da Saúde Mental
11/10 - Dia Nacional de Prevenção da Obesidade
11/10 - Dia do Deficiente Físico
12/10 - Semana Nacional de Prevenção da Violência na Primeira Infância
13/10 - Dia do Terapeuta Ocupacional e Fisioterapeuta
16/10 - Dia Mundial da Alimentação
17/10 - Dia Nacional da Vacinação
18/10 - Dia do Médico
20/10 - Dia Mundial e Nacional da Osteoporose
25/10 - Dia Nacional da Saúde Bucal
25/10 - Dia do Cirurgião Dentista
27/10 - Dia Nacional de Mobilização Pró-Saúde da População Negra
27/10 - Dia Nacional de Luta pelos Direitos das Pessoas com Doenças Falciformes
29/10 - Dia Nacional e Mundial da Psoríase
30/10 - Dia Nacional de Luta contra o Reumatismo

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O que é mais importante na sua relação
 

 


 

 

 

 


Pensamento do Dia

Dizem sempre que o tempo muda as coisas, mas na realidade somos nós próprios quem temos de as mudar. (Andy Warthol)

Psicopatas. Eles estão entre nós

Artigos de vários Terapeutas

                                                                  
Dra.Rita Souza Bruni CRP  06/92547é Psicologa Psicóloga, especialista em Psicologia Analítica.Possui experiência nas áreas de atendimentos clínicos, testes e avaliações Psicológicas, elaboração de palestras e treinamentos.Realiza atendimento clínico de adolescentes e adultos, orientação profissional e acompanhamento emocional a noivas e casais. mental.
Dra. Nájila Tamires da Silva é Psicóloga em atendimento clínico. Utiliza uma abordagem voltada a psicologia comportamental. Com experiência em atendimento clínico individual e em grupos de crianças, adolescentes e adultos. Realiza acompanhamento terapêutico e orientação profissional.
Holly Counts, PsyD
Dra.Holly Counts, Psy.D. é um psicóloga clínico licenciado em Ohio. Ela utiliza uma abordagem mente, corpo e espírito para a cura.
Daniel J. Tomasulo
Dr.Daniel J. Tomasulo, Ph.D., TEP, MFA é um psicólogo, treinador psicodrama e escritor sobre corpo docente da Universidade de Nova Jersey City

Dr. Fernando Weikamp -Neuropsicanalista - Psicanalista Clinico - CBP/SP nº 00439 Faculdades Médicas de Psicoterapia Unidas FAMEHP -São Paulo,- Diplomado em psicologia pela Universidade do Arizona em Master of Psychology and Medicine -Membro ABENEPI -Associação Brasileira de Neurologia,Psiquiatria Infantil -Membro da Sociedade Brasileira de Psicologia -Membro da Associação Brasileira de Medicina Complementar -Membro da Associação Brasileira de Psicoterapia e Medicina Comportamental , Sexólogo, Professor, Neuro Ciência .

 

 

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