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Descobri que meu filho é drogado. E agora o que fazer

Pode - se enumerar sinais gerais, relacionados possivelmente ao uso de drogas: falta de motivação para estudar ou trabalhar, troca do dia pela noite, irritabilidade, agressividade, insônia,vermelhidão dos olhos, desaparecimento de objetos de valor ou dinheiro, etc. O mais importante, porém, é que os pais não se transformem em detetives espiando seus filhos.

 

Quando há alguma desconfiança de mudanças inexplicáveis no comportamento de um filho, os pais têm que perceber que algo de está errado. Há mal - estar, sofrimento e determinadas dificuldades que ele não consegue resolver. Assim, o filho que começa a utilizar drogas atravessa uma crise e é esta que os pais devem detectar. É preciso intuição, amor e perspicácia para ajudar a resolver estes problemas.

A primeira reação dos pais ao descobrirem que seu filho usa drogas é de perplexidade, angústia ou pânico. Às vezes seguido de sentimento de estarem sendo traídos: "Como isto foi acontecer com o nosso filho"?

Forte sentimento de culpa costuma surgir: "Onde erramos"?

Esta culpa pode se expressar,a também, pela dificuldade de admitir responsabilidades: "Só podem ser as más companhias, porque nós demos de tudo a ele".

Alguns pais acham que todos os filhos têm que ser iguais: "Não sei o que deu errado com este menino, ele foi educado igualzinho aos outros, que nunca deram problemas".

Vemos assim o lugar que o filho ocupa na família: "filho problema" ou "bode expiatório". Todos os outros filhos são bons, somente o "viciado" dá problemas. Não raro, vem a tona a rivalidade (até certo ponto normal) entre irmãos.

Aparece também a vergonha, principalmente diante dos outros: avós, primos , amigos, vizinhos.

Estas reações levam a nada, só fazem aumentar o sentimento de impotência dos pais. Surge então as reações extremadas:

»prender o filho no quarto durante o fim - de- semana;
»bater, brigar;
»vigiar todos os seus passos;
»revistar suas coisas e roupas;
»ir atrás dele nos lugares que normalmente freqüenta;
»proibir seus amigos de freqüentarem a casa;
»chamar a policia "para dar um susto nele";
»internar em clínicas, geralmente psiquiátricas;
»expulsá-lo de casa;
»fingir que nada está acontecendo.
»A falta de comunicação entre pais e filhos não permite a eles compreender seu apelo e desamparo. »Tudo é recebido como reclamação ou agressão. Então, aparecem muitas vezes soluções mágicas:

"já fizemos tudo que podíamos, só um milagre pode salvar nossos filho";

uma cartomante falou que fizeram, um trabalho para ele, por inveja. Ela prometeu desfaze - lo";

Doutor, o senhor é a nossa última esperança. Será que se nós o deixarmos aqui um mês ele estará bom?".

A maioria dos pais passa por tais angústias quando descobre ou desconfia que um filho usa droga. O que fazer? Saiba que agora é uma doença e não caso depolicia. Eis condutas possíveis:

»manter a calma;
»tentar conhecer e compreender as dificuldades do filho;
»procurar enxergar a verdadeira dimensão do problema, deixando de lado sentimentos de culpa;
»levar em consideração aspectos característicos da adolescência e da juventude, lembrando - se da própria experiência nestas fases;
Entender o que a droga significa na vida do filhos - Novas experiências ,busca do prazer , fuga dos problemas, emocionais, Alivio da dor ,angustia,depressão; buscar oum conversa franca,aberta, sem gritos e nem autoridade,buscando culpados. É hora de amor, ser amigo e compreender. Isto já é uma doença;

»ter em mente que a droga pode ser passageira, principalmente se forem tomadas medidas adequadas;
»respeitar os valores que constituem o seu mundo, evitando impor valores próprios;
»aceitar os momentos de instabilidade do filho, principalmente do adolescente, aprendendo a lidar com eles;
»evitar tratar o adolescente como se fosse criança;
»ter consciência dos limites do filho, evitando exigências demasiadas;
»agir com autoridade, sem cair no autoritarismo;
»encarar o problema de maneira lúcida, dando nome aos bois, sem falso pudor;
i»nformar - se sobre os tipos de drogas, seus efeitos e conseqüências, em fontes científicas isentas de preconceitos;
»reconhecer os próprios erros e tentar modifica-los;
»aceitar que nem pai e nem mãe são perfeitos;
»fortalecer vínculos entre membros da família, incentivando clima de afetividade, sinceridade companheirismo;
»admitir que os filhos não são perfeitos nem iguais entre eles, nem melhores e nem piores que os pais;
»aceitar que os filhos não pertencem aos pais e têm vida própria;
»quando necessário, procurar ajuda de profissionais especializados em lidar com o caso, sem se deixar levar por um sentimento de fracasso;
»participar de grupos de apoio com outros pais para compartilhar o problema e diminuir a angústia;
»conscientizar - se dos próprios sentimentos (raiva, vergonha, inveja, mágoa, ternura, amor), em vez de reprimi-los.

Pais, apartir de agora é que preciamos entender que nunca olhamos, o ser humano, dando-lhe mais valor,mais amor,mais atenção. Viver no bem é muito mais dificil, precisamos exercitar todos os dias da vida.

 

 

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Artigos de vários Terapeutas

                                                                  
Dra.Rita Souza Bruni CRP  06/92547é Psicologa Psicóloga, especialista em Psicologia Analítica.Possui experiência nas áreas de atendimentos clínicos, testes e avaliações Psicológicas, elaboração de palestras e treinamentos.Realiza atendimento clínico de adolescentes e adultos, orientação profissional e acompanhamento emocional a noivas e casais. mental.
Dra. Nájila Tamires da Silva é Psicóloga em atendimento clínico. Utiliza uma abordagem voltada a psicologia comportamental. Com experiência em atendimento clínico individual e em grupos de crianças, adolescentes e adultos. Realiza acompanhamento terapêutico e orientação profissional.
Holly Counts, PsyD
Dra.Holly Counts, Psy.D. é um psicóloga clínico licenciado em Ohio. Ela utiliza uma abordagem mente, corpo e espírito para a cura.
Daniel J. Tomasulo
Dr.Daniel J. Tomasulo, Ph.D., TEP, MFA é um psicólogo, treinador psicodrama e escritor sobre corpo docente da Universidade de Nova Jersey City

Dr. Fernando Weikamp -Neuropsicanalista - Psicanalista Clinico - CBP/SP nº 00439 Faculdades Médicas de Psicoterapia Unidas FAMEHP -São Paulo,- Diplomado em psicologia pela Universidade do Arizona em Master of Psychology and Medicine -Membro ABENEPI -Associação Brasileira de Neurologia,Psiquiatria Infantil -Membro da Sociedade Brasileira de Psicologia -Membro da Associação Brasileira de Medicina Complementar -Membro da Associação Brasileira de Psicoterapia e Medicina Comportamental e Sexólogo

 

 

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